Demonstrações bonitas revelam só metade da história. Em loteamentos, o software precisa segurar três ciclos que nunca ficam estáveis sozinhos: comercialização, financiamento próprio (ou condições variáveis) e cobrança recorrente. Abaixo está um esqueleto de avaliação que evita surpresas após assinatura do contrato de licença.
1. Vendas e estoque de lotes
- O mapa de lotes é a fonte única da verdade para disponibilidade?
- Reserva tem prazo, responsável e motivo de cancelamento auditável?
- Proposta aceita vira contrato sem re-digitar valores e parcelas?
2. Financiamento próprio e tabelas
- Suporte a Price, SAC ou entradas + saldo com critérios claros?
- Correção por IGPM, INPC ou IPCA configurável por contrato, com trilha do que foi aplicado em cada reajuste?
- Cenários de antecipação, quitação e renegociação: como o sistema registra a versão “vigente” da dívida?
3. Cobrança e conciliação
- Geração de boletos/PIX é nativa ou depende de ponte frágil?
- Retorno bancário (arquivo ou API) atualiza status de parcela automaticamente?
- Existe régua de cobrança por faixa de atraso (e-mail, SMS, WhatsApp) sem planilhas paralelas?
4. Implantação e suporte
Pergunte por prazos reais de importação de CSV, integração bancária e treinamento por perfil (comercial x financeiro). Software que resolve só “metade do terreno” costuma empurrar o restante de volta para planilha — e aí você paga duas vezes o mesmo trabalho.
A Verde SL nasce para o desenho acima: estoque, contrato, cobrança e indicadores no mesmo fluxo, com foco em loteamentos (não em ERP genérico adaptado com fita crepe).
Compare seu checklist atual com o que a plataforma entrega no seu caso.
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